O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na terça-feira (1º) a prisão preventiva de Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio.
Primo dos filhos mais velhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ele é réu na Corte por envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Em vídeo divulgado por uma rádio do Paraná, no último dia 26, Léo afirmou ter fugido para a Argentina, informação confirmada por seus advogados em esclarecimentos prestados a Moraes.
Em sua decisão, Moraes destacou que Léo Índio saiu do país intencionalmente para não ser responsabilizado pelos ataques às sedes dos Três Poderes.
“Efetivamente, verifica-se que o réu demonstrou ampla intenção de sair do território nacional com a finalidade de se evadir do distrito de culpa, uma vez que o acusado tendo plena ciência do cancelamento de seu passaporte, deliberadamente fugiu do Brasil, tendo ingressado na Argentina com o documento de identidade, em razão da desnecessidade de apresentação obrigatória de passaporte em países do Mercosul”, escreveu o ministro.
Léo Índio é acusado pela PGR dos seguinte crimes:
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